8 livros recomendados por Daniel Radcliffe Bookly

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O nosso eterno Harry Potter contou um pouco de quais são as suas recomendações de livros, que vão desde romances clássicos até coletâneas de poemas, em um post especial ao blog BookBub.

Confira a lista na íntegra:

O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway

Fazem 84 dias que Santiago, um velho pescador, não apanha um peixe. Com determinação de que pegará algo, ele parte sozinho para o mar alto, contando a história de um homem que tem que conviver com a sua solidão, seus sonhos e pensamentos.

“Tenho amigos que nunca leram na vida, então quando me perguntam por onde deviam começar, sempre indico esse primeiro”, contou Daniel Radcliffe.

Medo e Delírio em Las Vegas, de Hunter S. Thompson

Raoul Duke é um jornalista que parte em um Chevy antigo junto com seu advogado para uma corrida de motocicletas em Las Vegas. Para isso, eles enchem o porta malas do carro de drogas e saem em dirigindo pelo deserto que cerca a cidade, parando apenas para dar carona a um entranho – que não permanece muito tempo no veículo.

Para ele, esse é um dos livros mais engraçados que já leu. “É por isso que recomendo”. 

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rolling

Harry é um menino comum que mora em um armário abaixo das escadas na casa dos tios quando é resgatado para ir estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá, ele começa a descobrir a verdade cruel por trás da morte dos pais e que faz parte dos planos malignos de um bruxo extremamente cruel.

“Acho que é justo dizer que se estivéssemos falando dos livros que mais influenciaram minha vida, seria rude da minha parte de não citar Harry Potter por ter dado tudo que eu tenho e terei na vida”, explicou.

Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie

Uma criança hindu e outra muçulmana nascem no mesmo momento em que a Índia é declarada como independente: meia-noite do dia 15 de agosto de 1947. Ressentida, uma enfermeira troca os bebês, cujo destino está entrelaçado ao longo da história da Índia contemporânea.

“É uma ideia tão genial”, começa Daniel. “Crianças que nascem na mesma hora que, metaforicamente, abrangem todo o bem e o mal de uma nova sociedade. Rushdie escreve um verdadeiro patriotismo – um amor por seu país que não é cego”, relata. 

Labyrinths, de Jorge Luis Borges

Em uma coletânea de contos, o autor latino mostra histórias mágicas e misteriosas, com assassinatos e paradoxos filosóficos. Dentro dele à obras como “Library of Babel”, que conta sobre infinitas prateleiras onde estão todos os livros que existem no mundo.

“Quando leio um livro realmente bom, eu penso que posso ser capaz de escrever algo similar, mas nunca, nos meus sonhos mais loucos, eu conseguiria escrever algo que se aproxime do nível de esperteza, intelecto e loucura de Borges. Não acho que ninguém consiga”.

Germinal, de Émile Zola

Uma grande obra do naturalismo, o autor fala sobre as condições precárias dos trabalhadores da classe operária do século XIX, contando a convicção da época sobre a herança genética e todos os seus efeitos.

“Acho incrível como Zola captura a essência mundana e a escala entre diferentes classes sociais. Todo personagem parece completo e real”.

O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgákov

Um romance com grande censura da União Soviética que provavelmente ainda tem suas páginas perdidas. Contando de Moscou em 1929 quando a NEP foi dada como fracassada, integrando também Jerusalém no primeiro século d.C.

O ator comenta que é seu livro favorito no momento. “É uma ótima explosão de imaginação, loucura, sátira, humor e amor”.

Selected Poems, de Tony Harrison 

Com mais de sessenta poemas, o autor escreve desde a Guerra do Golfo até sobre meditações em um cemitério, que incluem obras ganhadoras do Wilfred Owen Award for Poetry de 2007.

“Esse livro me fez sentir algo que eu nunca experienciei antes, e me energizou para escrever o meu próprio livro”.

Plot twist com essa última dica, né? Imagina só um livro do Daniel?

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Postado dia 11 de novembro de 2015

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